mercredi 27 avril 2016

Emília


Emília
Aula de aquarela
Profa Lourdes Barreto
Estudo de cores quentes: amarelo, vermelho e laranja
27/04/16

O banquete: meu coração

O banquete: meu coração
Aula de aquarela
Profa Lourdes Barreto
Estudo de cores primárias quentes e frias: vermelho e azul
27/04/16


vendredi 22 avril 2016

Navio fantasma


Navio fantasma
Aula de aquarela
Profa Lourdes Barreto
Estudo de cores primárias e complementares: vermelho e verde
20/04/16







[Não ficou bonita, mas eu quero guardar aqui como memória de um processo, de um percurso de experienciação da linguagem da aquarela!]



Os retirantes


Aula de Aquarela
Profa Lourdes Barreto
estudo de cores primárias e complementares: amarelo e violeta
20/04/16

mardi 19 avril 2016

Negativo

[O vento bagunçou nossos cabelos na memória do ainda agora, achei bonito e misturei com aquele seu casaco verde embolado no pescoço, num faz de conta de cachecol, fotografias sobrepostas]

Arquivista do Agora

Uma memória com cheiro de maçã
apenas tenho esse primeiro verso
daquela manhã ainda agora
do tempo simultâneo
pinto um quadro, arrisco um traço
Cantina, uma mesa, nós quatro
cafés, mates, maçãs e palavras
desenho no corpo com luz
tua camisa xadrez,
[meu sorriso se fez],
no plano de fundo, um filme
Viagem à lua, de Meliés
lançados ao espaço do lado de fora
[no pensar]
a experiência do ouvir: "O Mundo diz"
a linguagem começa
o não dizível iluminado em amarelo claro
como uma fruta que se pode morder com voracidade
[e se lambuzar]
sem pressa repito "penso com os pés"
e o espaço se alumia, mas não existe espaço
o ser da linguagem e o ser da luz dançam no ar
Arquivista do agora, escrevo essa memória
em técnica mista: visível sobre cheiros



lundi 11 avril 2016

um olhar

Sobre a experiência de usar lente colorida e o olhar do outro
I
E se a mudança de uma cor de olho numa lente clara muda tanto a percepção do olhar do outro sobre o sujeito que a usa,
imagina o que faz a cor da pele?

dimanche 3 avril 2016

Bloco de notas: cativeiro

Tarde de domingo, me desfiz água, desapareci entre o ladrilho e o ralo pequeno que há sobre o porvir. Tarde de domingo, me desfiz  pássaros e da asa azuluz confundi-me com
uma palavra em que você não caiba inteiro[dobra a asa]. Tarde de domingo,  me desfiz cativeiro, cara inchada,  rosto ressaca, a placa "sem saída" levantada sobre minha boca, vírgula.
Tua mão acariciava as palavras se soltando de meu corpo, catava com dedos verbos não conjugados, imperfeitos, soltavam-se como escamas. Em preto e branco, a placa crescia incisiva, inflamação de destino garganta a dentro: sem saída.